Multiplication searchAsearchHsearch1 Learn W Fun RKsearchH Mathlearnsite E ELEMENTARY S Math Learn L Fun M ADDITION NT%3 Multiplication h ADDITION tp Mathlearnsite 3search%searchF WORKSHEETS 2 Mathlearnsite wsearchw MATH i More o WORKSHEETS esearch.
rana%20maria%20negrea%20traian%20vuia%20mures. ELEMENTARY r Mathlearnsite 2 Mathlearnsite d WORKSHEETS t MATH ysearchpsearchpsearch3F Mathlearnsite c WORKSHEETS risearch% Fun D Learn al Mathlearnsite t Multiplication msearch2 Mathlearnsite ksearcht Mathlearnsite gwaternetgenr Math %
Denglish%20language%20test%20for%20the%203rd%20gradeR MATH MwaternetgenTsearch search num primeiro momento, deve dar-se oportunidade
aos alunos de desenvolverem actividades de descoberta e livre discussão,
interagindo com os objectos e com os problemas relativos aos conteúdos
escolares, segundo os seus próprios meios e conceptualizações
espontâneas;
num momento posterior, e esgotada a fase prévia, o professor introduzirá uma nova fase de formalização ou de confrontação dos alunos com um saber mais institucionalizado, proporcionado por ele próprio.
Estas fases têm por objectivo que os alunos, inicialmente, funcionem com os seus próprios recursos e interesses e se aproximem aos conteúdos que se pretendem ensinar e, posteriormente, se introduzam os conceitos e as explicações de nível formal, com a intenção de demonstrar a sua potencialidade e validade científica e formal. Alerta, ainda, o autor para, no decurso destas fases, o professor interagir com os alunos, quer colocando questões, quer clarificando, justificando, desenvolvendo: perguntar, questionar, contra-argumentar, induzir, sistematizar, informar.
Por último, pode sugerir e propor formas de trabalho apropriadas ao tipo de conteúdo, momento de construção ou forma de participação, que os alunos não podem desenvolver por si mesmos, com o objectivo de criar situações mais propícias ao desenvolvimento de reconstruções, mais adequadas ao "aprender a aprender" e "aprender a construir".
desvalorização ou mesmo oposição à transmissão de conhecimentos na sala de aula, pelo professor, «Partindo do pressuposto de que o conhecimento é construído, as teses construtivistas opõem-se à transmissão de conhecimentos na sala de aula (...). Defendem-se métodos que conduzirão o aluno à construção do seu conhecimento, em oposição a métodos em que se atribui um papel importante ao professor na condução do processo de ensino-aprendizagem. Não negando a ideia de que a aquisição do conhecimento envolve a participação do sujeito e de que a aprendizagem implica uma mudança que resulta dessa mesma participação, não se deve, por isso, afirmar que a instrução explícita não seja necessária. (...) a instrução pode desempenhar um papel útil na indicação do modo de resolução do problema (...).» (Festas, 1998, p. 33);
[Piaget] aponta o "recurso a métodos activos" de ensino e de aprendizagem, "à pedagogia de reinvenção", por parte do professor (cf. Raposo, 1980, p. 139), ou seja, métodos centrados na actividade e no interesse dos alunos (cf. Rojas, 1998); a este propósito, refira-se que John Dewey aponta cinco características para as metodologias activas:
- criação duma verdadeira situação de experiência, envolvendo-se os formandos numa actividade que os interesse por si mesma;
- formulação dum problema, estímulo para a reflexão;
- informação adequada, a fornecer aos formandos;
- análise de soluções provisórias e responsabilização de todos por elas;
- oportunidade de aplicação das soluções encontradas para testar a sua validade (1916, in Pinheiro & Ramos, 1992, p. 31);
preconiza-se o método da descoberta (cf. trabalhos de Bruner) e os métodos de investigação (ex. trabalhos de Schwab) (cf. Joyce & Weil, 1980, 1986; igualmente, cf. Raposo, 1983, pp. 89-111, 1995, pp. 55-74).
A aprendizagem por descoberta é um método, um processo, essencialmente, indutivo, que exige, predominantemente, a actividade do sujeito (cf. Raposo, 1995), «O método da descoberta é um dos prolongamentos dos princípios da não directividade e da atribuição de um papel fundamental ao aluno na construção do seu próprio conhecimento. Popularizado por Bruner, este método parte da ideia básica de que os alunos podem aprender através do processo da "descoberta" do conhecimento, processo que causará, igualmente, grande motivação.» (Festas, 1998, p. 31).
Os métodos de investigação «(...) caracterizam-se, essencialmente, por partirem de um problema e por incentivarem o aluno a aplicar estratégias de investigação adequadas à resolução do mesmo.» (Festas, 1998, p. 31). Ambas, actividades que levam os sujeitos à experimentação activa. Porém, preconiza-se, igualmente, a utilização de demonstrações indutivas que permitam aos alunos a colocação de questões e de hipóteses e a descoberta activa das causas e soluções;
preponderância pela aprendizagem em grupo, «O trabalho de grupo facilita a aprendizagem porque a interacção de ideias constitui uma oportunidade de reflexão (...) e a experiência de partilhar ideias permite ao aluno ver que existem muitas maneiras diferentes de olhar para um problema.» (Fosnot, 1996b, p. 298; cf., igualmente, Dick, 1992).
De facto, considera-se que os alunos podem trabalhar individualmente ou em pequenos grupos, na resolução de problemas, na recolha de informação, na análise, integração, interpretação e registo de informação, com vista à sua divulgação. Este tipo de tarefas favorece a construção de significado e organiza a condução dos trabalhos dos alunos (cf. Gergen, 1995). Ou seja, regista-se a valorização do papel das interacções, da cooperação, da partilha, na potencialização da aprendizagem;
prevalência de actividades e estratégias centradas nos alunos: «(…) actividades laboratoriais, actividades de pesquisa, discussão em grupo, elaboração de projectos em pequenos grupos, plenários, aprendizagem individualizada, simulações por computador, visitas ou viagens de estudo.» (Canavarro, 1997, p. 120; cf., igualmente, Elias & Merriam, 1984; Nicaise & Barnes, 1996);
«Talvez a característica mais distintiva do construtivismo seja a ênfase na argumentação, na discussão, no debate.» (Cunningham, 1992, p. 157);
os construtivistas sugerem o recurso a estratégias e tarefas desafiadoras dos sujeitos, actividades que impliquem ao aluno aprender a colocar questões, formular hipóteses, conceber experiências, recolher informações, analisar resultados. Assim, os diálogos, questionamentos e resolução de problemas (puzzlement), as perguntas aprofundadas, por parte do professor, ajudando os alunos a parafrasear os seus pensamentos e ideias, são estratégias a ser utilizadas. Assume-se que a natureza das questões influencia, necessariamente, o grau de profundidade das respostas dos alunos. Neste sentido, devem colocar-se questões, não para que o aluno responda de uma forma esperada, mas de molde a que emita as suas opiniões, pareceres e conhecimentos;
«De acordo com Yager (1995) (...) uma série de práticas no decurso das aulas, num espírito de autonomia para o aluno [são destacadas]:
procurar identificar e utilizar as ideias dos estudantes acerca dos temas integrantes dos programas;
aceitar e encorajar a expressão de ideias e de dúvidas por parte dos alunos;
incentivar a colaboração entre os alunos. Encorajar a troca de ideias e a discussão, bem como a realização de trabalhos em grupo;
encorajar a utilização de fontes alternativas de informação (para além do professor e do manual). Ensinar os alunos a fazê-lo (a pesquisar) de forma eficaz;
incentivar os alunos a testar as ideias próprias. Ensiná-los a conduzir processos elementares de investigação;
encorajar a auto-análise, a reflexão e a procura dos outros para a resolução de problemas próprios.» (Canavarro, 1997, p. 82);
exposição de ideias, argumentação, discussões, por parte dos alunos.
as tarefas devem ser complexas, de forma a serem relevantes, interessantes e implicarem procura e transferência (aplicação) de informação. Tarefas problemáticas que possam gerar conflitos/problemas aos estudantes (Nicaise & Barnes, 1996, p. 206);
preconiza-se o desenvolvimento do pensamento crítico e criativo, viabilizado através de brainstorming e reflexões (cf. Joyce-Moniz, 1988); descoberta das estratégias utilizadas pelos alunos, por via da análise das capacidades metacognitivas, sua eficácia, e da sua partilha aos restantes membros (cf. Joyce-Moniz, 1988, 1989); defende-se, no genérico, a interacção aluno-aluno e professor-aluno, o contacto experiencial com as situações, como vias de acesso à aprendizagem (cf. Joyce-Moniz, 1988, 1989);
apresentação da informação através de diagramas, esquemas, organizadores prévios (...), de forma a simplificar o que se pretende explicar (cf. Ausubel et al., 1980);
apresentação da informação do todo para as partes, ou seja, utilização de estratégia dedutiva, pois, «Os conceitos são compreendidos melhor quando são apresentados como um todo, em vez de apresentados por partes isoladas.» (Brooks & Brooks, 1993, p. vi);
primazia na manipulação dos materiais;
valorização da analogia como estratégia de ensino e de aprendizagem;
as actividades devem conduzir à reflexão, à análise, à comparação, ao contraste;
Em síntese,
as práticas de ensino devem preconizar «(...) auxiliar os alunos a internalizar e a configurar ou transformar a nova informação. A transformação ocorre pela criação de novas interpretações e compreensões (Jackson, 1986; Gardner, 1991b) que resultam da emergência de novas estruturas cognitivas. Os pais e professores podem suscitar, igualmente, transformações (...).» (Brooks & Brooks, 1993, p. 15). Ou seja, «Depois da apresentação das questões temáticas, o professor deve constituir as condições didácticas apropriadas para os alunos explorarem processos de construção, e deve acompanhar esses processos de exploração. As principais condições têm a ver com:
numa perspectiva sociocultural (cf. Rojas, 1998), as estratégias e técnicas propostas fundamentam-se na criação de zonas de desenvolvimento potencial, de molde a que se passe de actividades exo-reguladas a actividades auto-reguladas. O guia (educador ou par) funciona como tutor e modelo. Dado não se favorecer o ensino directo, em sentido estrito, o orientador induz e modela, em função das capacidades, clarificando, resumindo, sintetizando, ou questionando (cf. Rojas, 1998);
pLearn More Math Fun Multiplication Mathlearnsite ADDITION WORKSHEETS ELEMENTARY MATH Math Learn Site As orientações metodológicas de ensino ou fundamentos da instrução - Monografias.comr f Math Calculus r r Math Learn Site Math xLearn More Math Fun Multiplication Mathlearnsite ADDITION WORKSHEETS ELEMENTARY MATH Math Learn Site As orientações metodológicas de ensino ou fundamentos da instrução - Monografias.comi Learn